Comparação entre Lula e FHC segundo The Economist
A ascensão econômica do Brasil é o tema da capa, de um editorial e de um especial de 14 páginas da edição desta semana da revista britânica The Economist, divulgada nesta quinta-feira.
Intitulado Brazil Takes Off ("O Brasil Decola", em tradução literal), o editorial afirma que o país parece ter feito sua entrada no cenário mundial, marcada simbolicamente pela escolha do Rio como sede olímpica em 2016.
A revista diz que, se em 2003 a inclusão do Brasil no grupo de emergentes Bric (Brasil, Rússia, Índia e China) surpreendeu muitos, hoje ela se mostrou acertada, já que o país vem apresentando um desempenho econômico invejável.
A The Economist afirma também que o Brasil chega a superar outros Bric. "Ao contrário da China, é uma democracia, ao contrário da Índia, não possui insurgentes, conflitos étnicos, religiosos ou vizinhos hostis. Ao contrário da Rússia, exporta mais que petróleo e armas e trata invetidores estrangeiros com respeito."
SITUAÇÃO DO BRASIL ANTES E DEPOIS, SEGUNDO THE ECONOMIST
ITENS
NOS TEMPOS DE FHC
NOS TEMPOS DE LULA
Risco Brasil
2.700 pontos NOS TEMPOS DE FHC
200 pontos NOS TEMPOS DE LULA
Salário Mínimo
78 dólares NOS TEMPOS DE FHC
210 dólares NOS TEMPOS DE LULA
Dólar
R$ 3,00 NOS TEMPOS DE FHC
R$ 1,78 NOS TEMPOS DE LULA
Dívida FMI
Não mexeu NOS TEMPOS DE FHC
Pagou NOS TEMPOS DE LULA
Indústria naval
Não mexeu NOS TEMPOS DE FHC
Reconstruiu NOS TEMPOS DE LULA
Universidades Federais Novas
Nenhuma NOS TEMPOS DE FHC
10 NOS TEMPOS DE LULA
Extensões Universitárias
Nenhuma NOS TEMPOS DE FHC
45 NOS TEMPOS DE LULA
Escolas Técnicas
Nenhuma NOS TEMPOS DE FHC
214 NOS TEMPOS DE LULA
Valores e Reservas do Tesouro Nacional
185 Bilhões de Dólares Negativos NOS TEMPOS DE FHC
160 Bilhões de Dólares Positivos NOS TEMPOS DE LULA
Créditos para o povo/PIB
14% NOS TEMPOS DE FHC
34% NOS TEMPOS DE LULA
Estradas de Ferro
Nenhuma NOS TEMPOS DE FHC
3 em andamento NOS TEMPOS DE LULA
Estradas Rodoviárias
90% danificadas NOS TEMPOS DE FHC
70% recuperadas NOS TEMPOS DE LULA
Indústria Automobilística
Em baixa, 20% NOS TEMPOS DE FHC
Em alta, 30% NOS TEMPOS DE LULA
Crises internacionais
4, arrasando o país NOS TEMPOS DE FHC
Nenhuma, pelas reservas acumuladas NOS TEMPOS DE LULA
Cambio
Fixo, estourando o Tesouro Nacional NOS TEMPOS DE FHC
Flutuante: com ligeiras intervenções do Banco Central NOS TEMPOS DE LULA
Taxas de Juros SELIC
27% NOS TEMPOS DE FHC
11% NOS TEMPOS DE LULA
Mobilidade Social
2 milhões de pessoas saíram da linha de pobreza NOS TEMPOS DE FHC
23 milhões de pessoas saíram da linha de pobreza NOS TEMPOS DE LULA
Empregos
780 mil NOS TEMPOS DE FHC
11 milhões NOS TEMPOS DE LULA
Investimentos em infra-estrutura
Nenhuma NOS TEMPOS DE FHC
504 Bilhões de reais previstos até 2010 NOS TEMPOS DE LULA
Mercado internacional
Brasil sem crédito NOS TEMPOS DE FHC
Brasil reconhecido como investment grade NOS TEMPOS DE LULA
Marco Cavalcante. Pai , Filho, Administrador de Empresas por Formação e Professor, Cristão, acredita e confia em Deus e nos homens de boa fé. Ama BH, MINAS E BRASIL de forma impar. Atuante nas áreas sociais,tem sua luta diaria em prol da saúde, educação,cultura, transporte,trânsito e segurança pública de qualidade para todos. Acreditamos na transparência pública e na participação popular para a Mudança, de Minas Gerais e do Brasil na busca cotidiana de um mundo melhor! Fazer o bem, faz bem!
Quem sou eu
sexta-feira, 9 de abril de 2010
terça-feira, 23 de março de 2010
Dilma anuncia meta de mais dois milhões de moradias populares
Dilma anuncia meta de mais dois milhões de moradias populares
A construção de moradias populares, no próximo governo, deverá beneficiar dois milhões de famílias – o dobro da meta fixada para o programa Minha Casa, Minha Vida até o fim de 2010-, afirmou ontem a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, em discurso na abertura do 5º Forum Urbano Mundial, no Rio de Janeiro.
A ministra exaltou a política habitacional do governo, voltada para os mais pobres, e disse que o Minha Casa, Minha Vida acabou com uma “ficção” existente no país: a crença de que o mercado daria conta de construir casas para a população que tem renda mensal de até três salários mínimo.
“Essa parcela da população não tem renda suficiente para sobreviver, comprar alimentos e produtos básicos e, ao mesmo tempo, pagar a prestação de uma casa ou apartamento”, observou Dilma ao defender a decisão do governo de subsidiar, em vez de financiar, a compra de moradias pelas famílias pobres.
A ministra destacou ainda, como iniciativa importante do Governo Lula, o retorno do Estado a áreas que vinham recebendo pouca atenção, principalmente comunidades pobres e favelas. “Nos últimos quatro anos, investimos em urbanização de favelas, construção de moradias para populações de baixa renda e saneamento básico algo em torno de US$ 144 bilhões”, acentuou.
De acordo com o presidente Lula, que abriu o fórum promovido pela ONU, “neste país nunca se trabalhou tanto a urbanização de favelas, nuca se construiu tanta casa”.
Lula disse que as ações desenvolvidas por seu governo para melhorar a infra-estrutura e assegurar financiamento rural estão produzindo um movimento migratório inverso ao que ocorrer durante os últimos 50 anos, quando milhões de famílias saíram dos campos para as cidades.
“Em muitos casos, está havendo um êxodo ao contrário. Pessoas das cidades estão voltando para o campo. Isso porque temos uma grande política de financiamento para a agricultura familiar”, afirmou o presidente citando também a expansão da eletrificação rural.
“Levamos luz elétrica a 12 milhões de brasileiros que moravam no meio do mato”. Lula lembrou que houve um período em que esse tipo de gasto não era bem visto pelos governantes.
“Houve um tempo em que não era prudente fazer investimentos para resolver os problemas crônicos das grandes cidades. Esse negócio de ficar enterrando tubo em baixo da terra para carregar esgoto não podia fazer propaganda eleitoral. É por isso que tinha cidades importantes que tinham coleta de esgoto, mas não tinha tratamento. O importante era fazer viadutos”, criticou.
Ao final do discurso, Lula elogiou o Rio de Janeiro e convidou os participantes a conhecerem a cidade, mas com ressalvas: “Visitem o Rio de Janeiro. Agora, não se embrenhem em lugares que vocês não conhecem”.
Fonte: Brasília Confidencial
A construção de moradias populares, no próximo governo, deverá beneficiar dois milhões de famílias – o dobro da meta fixada para o programa Minha Casa, Minha Vida até o fim de 2010-, afirmou ontem a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, em discurso na abertura do 5º Forum Urbano Mundial, no Rio de Janeiro.
A ministra exaltou a política habitacional do governo, voltada para os mais pobres, e disse que o Minha Casa, Minha Vida acabou com uma “ficção” existente no país: a crença de que o mercado daria conta de construir casas para a população que tem renda mensal de até três salários mínimo.
“Essa parcela da população não tem renda suficiente para sobreviver, comprar alimentos e produtos básicos e, ao mesmo tempo, pagar a prestação de uma casa ou apartamento”, observou Dilma ao defender a decisão do governo de subsidiar, em vez de financiar, a compra de moradias pelas famílias pobres.
A ministra destacou ainda, como iniciativa importante do Governo Lula, o retorno do Estado a áreas que vinham recebendo pouca atenção, principalmente comunidades pobres e favelas. “Nos últimos quatro anos, investimos em urbanização de favelas, construção de moradias para populações de baixa renda e saneamento básico algo em torno de US$ 144 bilhões”, acentuou.
De acordo com o presidente Lula, que abriu o fórum promovido pela ONU, “neste país nunca se trabalhou tanto a urbanização de favelas, nuca se construiu tanta casa”.
Lula disse que as ações desenvolvidas por seu governo para melhorar a infra-estrutura e assegurar financiamento rural estão produzindo um movimento migratório inverso ao que ocorrer durante os últimos 50 anos, quando milhões de famílias saíram dos campos para as cidades.
“Em muitos casos, está havendo um êxodo ao contrário. Pessoas das cidades estão voltando para o campo. Isso porque temos uma grande política de financiamento para a agricultura familiar”, afirmou o presidente citando também a expansão da eletrificação rural.
“Levamos luz elétrica a 12 milhões de brasileiros que moravam no meio do mato”. Lula lembrou que houve um período em que esse tipo de gasto não era bem visto pelos governantes.
“Houve um tempo em que não era prudente fazer investimentos para resolver os problemas crônicos das grandes cidades. Esse negócio de ficar enterrando tubo em baixo da terra para carregar esgoto não podia fazer propaganda eleitoral. É por isso que tinha cidades importantes que tinham coleta de esgoto, mas não tinha tratamento. O importante era fazer viadutos”, criticou.
Ao final do discurso, Lula elogiou o Rio de Janeiro e convidou os participantes a conhecerem a cidade, mas com ressalvas: “Visitem o Rio de Janeiro. Agora, não se embrenhem em lugares que vocês não conhecem”.
Fonte: Brasília Confidencial
PAC 2: Lula vai anunciar programas de investimentos de R$ 1 trilhão
PAC 2: Lula vai anunciar programas de investimentos de R$ 1 trilhão
O governo prepara para o dia 29 o anúncio de programas, projetos e ações que implicarão em investimentos públicos e privados de R$ 1 trilhão durante o período 2011-2014 (o próximo mandato presidencial).
Esse volume de dinheiro previsto é o dobro do atual Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), que foi lançado no início de 2007 e compreende o investimento de R$ 504 bilhões.
Aproximadamente 25% (ou R$ 250 bilhões) dos recursos do PAC2 deverão ser destinados ao financiamento da casa própria.
O governo prepara para o dia 29 o anúncio de programas, projetos e ações que implicarão em investimentos públicos e privados de R$ 1 trilhão durante o período 2011-2014 (o próximo mandato presidencial).
Esse volume de dinheiro previsto é o dobro do atual Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), que foi lançado no início de 2007 e compreende o investimento de R$ 504 bilhões.
Aproximadamente 25% (ou R$ 250 bilhões) dos recursos do PAC2 deverão ser destinados ao financiamento da casa própria.
segunda-feira, 22 de março de 2010
ONU afirma que políticas do Governo Lula reduziram número de favelados
Mais de 10 milhões de brasileiros – precisamente 10,4 milhões – deixaram de morar em favelas nos últimos 10 anos, informa pesquisa que a Divisão de Habitação das Nações Unidas (ONU-Habitat) divulga oficialmente hoje (19/03). De acordo com o estudo, o número de favelados no país caiu de 31,5% para 26,4% da população, no período 2000-2010.
Na avaliação da ONU, essa redução de 16% foi causada por políticas, programas e ações do Governo Lula, como a criação do Ministério das Cidades, os incentivos à geração de emprego e renda, a adoção de programas sociais e a concessão de crédito e de subsídios para a construção de moradias.
Fonte: Brasília Confidencial
Na avaliação da ONU, essa redução de 16% foi causada por políticas, programas e ações do Governo Lula, como a criação do Ministério das Cidades, os incentivos à geração de emprego e renda, a adoção de programas sociais e a concessão de crédito e de subsídios para a construção de moradias.
Fonte: Brasília Confidencial
PAC 2 terá pelo menos R$ 40 bilhões para saneamento básico.
PAC 2 terá pelo menos R$ 40 bilhões para saneamento básico
Governo está fechando os números e deve anunciar o pacote no dia 29 de março
Agência Brasil
A segunda etapa do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2) prevê investimentos de pelo menos R$ 40 bilhões para saneamento básico entre 2011 e 2014, o mesmo volume da primeira etapa, e pode chegar a cifras mais altas. O governo está fechando os números e deve anunciar o pacote no dia 29 de março.
“Estamos otimistas, torcemos para que os números que apresentamos, que estão acima dos valores atuais, sejam confirmados. No mínimo, os números atuais serão mantidos”, adiantou o secretário nacional de Saneamento Ambiental do Ministério das Cidades, Leodegar Tiscoski.
A manutenção do ritmo de investimentos deve acelerar o acesso à água potável e ao saneamento básico no país, segundo Tiscoski. Os dados mais recentes apontam que 80,9% dos brasileiros são atendidos com água potável, mas apenas 42% têm coleta de esgoto. O índice de tratamento só chega a 32,5%.
A universalização desses direitos custaria pelo menos R$ 200 bilhões em investimentos, de acordo com o secretário. No atual ritmo de aplicação dos recursos, a meta levaria pelo menos 20 anos para ser cumprida. No entanto, segundo Tiscoski, a continuidade dos investimentos pode acelerar os resultados.
“Antes do PAC, os setores estavam muito desmobilizados. Foram muitos anos sem investimentos, não havia projetos, a indústria não estava preparada, faltava corpo técnico. Com a continuidade do PAC, o setor vai se manter mobilizado.”
O secretário acredita que o Brasil ainda pode atingir a meta dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio para saneamento, proposta pela Organização das Nações Unidas (ONU), de reduzir pela metade a proporção da população sem acesso à água e ao esgotamento sanitário até 2015.
De acordo com o Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento, elaborado em 2009, a probabilidade de o Brasil cumprir a meta para abastecimento de água no ano passado era de 70%. Já a chance real de atingir a meta de esgotamento sanitário era de menos de 30%.
Apesar dos desafios, o secretário acredita que o Brasil tem motivos para comemorar o Dia Mundial da Água, celebrado hoje (22) pela ONU. “Temos muito a comemorar, principalmente pelos investimentos. Mas ainda há muito o que fazer, temos muitos mananciais comprometidos. E, quando se trata de saneamento, as ações são lentas e os reflexos são mais lentos ainda”, ponderou.
Governo está fechando os números e deve anunciar o pacote no dia 29 de março
Agência Brasil
A segunda etapa do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2) prevê investimentos de pelo menos R$ 40 bilhões para saneamento básico entre 2011 e 2014, o mesmo volume da primeira etapa, e pode chegar a cifras mais altas. O governo está fechando os números e deve anunciar o pacote no dia 29 de março.
“Estamos otimistas, torcemos para que os números que apresentamos, que estão acima dos valores atuais, sejam confirmados. No mínimo, os números atuais serão mantidos”, adiantou o secretário nacional de Saneamento Ambiental do Ministério das Cidades, Leodegar Tiscoski.
A manutenção do ritmo de investimentos deve acelerar o acesso à água potável e ao saneamento básico no país, segundo Tiscoski. Os dados mais recentes apontam que 80,9% dos brasileiros são atendidos com água potável, mas apenas 42% têm coleta de esgoto. O índice de tratamento só chega a 32,5%.
A universalização desses direitos custaria pelo menos R$ 200 bilhões em investimentos, de acordo com o secretário. No atual ritmo de aplicação dos recursos, a meta levaria pelo menos 20 anos para ser cumprida. No entanto, segundo Tiscoski, a continuidade dos investimentos pode acelerar os resultados.
“Antes do PAC, os setores estavam muito desmobilizados. Foram muitos anos sem investimentos, não havia projetos, a indústria não estava preparada, faltava corpo técnico. Com a continuidade do PAC, o setor vai se manter mobilizado.”
O secretário acredita que o Brasil ainda pode atingir a meta dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio para saneamento, proposta pela Organização das Nações Unidas (ONU), de reduzir pela metade a proporção da população sem acesso à água e ao esgotamento sanitário até 2015.
De acordo com o Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento, elaborado em 2009, a probabilidade de o Brasil cumprir a meta para abastecimento de água no ano passado era de 70%. Já a chance real de atingir a meta de esgotamento sanitário era de menos de 30%.
Apesar dos desafios, o secretário acredita que o Brasil tem motivos para comemorar o Dia Mundial da Água, celebrado hoje (22) pela ONU. “Temos muito a comemorar, principalmente pelos investimentos. Mas ainda há muito o que fazer, temos muitos mananciais comprometidos. E, quando se trata de saneamento, as ações são lentas e os reflexos são mais lentos ainda”, ponderou.
Metas. Até 2015, a ONU quer reduzir pela metade a proporção da população sem acesso a água potável
O TEMPO (MG) • BRASIL•BRASIL• 22/03/2010
Metas. Até 2015, a ONU quer reduzir pela metade a proporção da população sem acesso a água potável
Tema em discussão deste ano é "Água Limpa para um Mundo Saudável"
Nova York, EUA. Em tempos de pós-crise financeira e retomada do consumo, o mundo comemora hoje o Dia Mundial da Água com a missão de aumentar a consciência pública da importância da conservação dos recursos de água potável. Criado pela Organização das Nações Unidas (ONU) desde 1993, este ano o tema para a população e os governos pensarem é "Água Limpa para um Mundo Saudável".
Mas um dos pontos nevrálgicos em relação ao tema vai em direção aos países pobres que, de acordo com o secretário-geral da ONU Ban Ki-moon, são os mais prejudicados com a escassez e a falta de qualidade dos recursos hídricos. "Os pobres continuam a ser os primeiros a sofrer com a poluição, a escassez de água e a falta de saneamento adequado", afirmou.
O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, em seu pronunciamento oficial sobre o Dia Mundial da Água, justificou o motivo da campanha. "A água é o elo que une todos os seres vivos do planeta e está ligada diretamente aos objetivos das Nações Unidas: melhorar a saúde materna e das crianças, a esperança de vida, a emancipação das mulheres, o desenvolvimento sustentável, bem como a adaptação e a atenuação das mudanças climáticas", afirmou.
Ban Ki-moon também fez um alerta de que os recursos hídricos estão cada vez mais vulneráveis e ameaçados diariamente no mundo todo. "Milhões de toneladas de esgotos sem tratamento e resíduos industriais são agrícolas despejados em sistemas de água", denunciou.
Até 2015, a ONU incluiu o tema "recursos hídricos" nos seus objetivos de desenvolvimento do milênio na intenção de assegurar a sustentabilidade ambiental por meio da integração dos princípios de desenvolvimento de políticas e programas de cada país invertendo a tendência de perda de recursos ambientais e de biodiversidade.
Outro desafio da ONU é de reduzir para a metade, até 2015, a proporção da população sem acesso a água potável e saneamento básico e reduzir para dois terços a mortalidade infantil e a incidência de doenças como a malária.
Metas. Até 2015, a ONU quer reduzir pela metade a proporção da população sem acesso a água potável
Tema em discussão deste ano é "Água Limpa para um Mundo Saudável"
Nova York, EUA. Em tempos de pós-crise financeira e retomada do consumo, o mundo comemora hoje o Dia Mundial da Água com a missão de aumentar a consciência pública da importância da conservação dos recursos de água potável. Criado pela Organização das Nações Unidas (ONU) desde 1993, este ano o tema para a população e os governos pensarem é "Água Limpa para um Mundo Saudável".
Mas um dos pontos nevrálgicos em relação ao tema vai em direção aos países pobres que, de acordo com o secretário-geral da ONU Ban Ki-moon, são os mais prejudicados com a escassez e a falta de qualidade dos recursos hídricos. "Os pobres continuam a ser os primeiros a sofrer com a poluição, a escassez de água e a falta de saneamento adequado", afirmou.
O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, em seu pronunciamento oficial sobre o Dia Mundial da Água, justificou o motivo da campanha. "A água é o elo que une todos os seres vivos do planeta e está ligada diretamente aos objetivos das Nações Unidas: melhorar a saúde materna e das crianças, a esperança de vida, a emancipação das mulheres, o desenvolvimento sustentável, bem como a adaptação e a atenuação das mudanças climáticas", afirmou.
Ban Ki-moon também fez um alerta de que os recursos hídricos estão cada vez mais vulneráveis e ameaçados diariamente no mundo todo. "Milhões de toneladas de esgotos sem tratamento e resíduos industriais são agrícolas despejados em sistemas de água", denunciou.
Até 2015, a ONU incluiu o tema "recursos hídricos" nos seus objetivos de desenvolvimento do milênio na intenção de assegurar a sustentabilidade ambiental por meio da integração dos princípios de desenvolvimento de políticas e programas de cada país invertendo a tendência de perda de recursos ambientais e de biodiversidade.
Outro desafio da ONU é de reduzir para a metade, até 2015, a proporção da população sem acesso a água potável e saneamento básico e reduzir para dois terços a mortalidade infantil e a incidência de doenças como a malária.
quinta-feira, 18 de março de 2010
Geração de empregos não para de bater recordes , EM , 18/03/2010.
Foram criadas 209,4 mil vagas com carteira assinada em fevereiro, maior número para o mês desde 1992. Só em Minas Gerais, foram 27,5 mil novos postos de trabalho no período
Paula Takahashi
"Fui contratada em fevereiro e vejo que a área é muito promissora" (Priscila Resende Bitencourt, supervisora de trade marketing da Ambev)
O mercado de trabalho está batendo recorde atrás de recorde na geração de novas vagas com carteira assinada e fevereiro não poderia ser diferente. O último mês foi o melhor para o período desde 1992 com a abertura de 209,4 mil postos de trabalho formais no país. O resultado é 52% maior do que a média dos melhores registros do Caged em fevereiro, que ocorreram entre 2003 e 2008. Em 2009, na mesma época, era divulgada a criação de apenas 9.179 postos de acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgado pelo Ministério do Trabalho (MTE).
Segundo colocado entre os estados que mais contribuíram para a abertura de oportunidades no país, atrás apenas de São Paulo, Minas Gerais fechou o mês com um saldo positivo de 27.503 vagas no mercado formal. Deste total, mais de 10 mil vieram da indústria de transformação puxados pelo setor de alimentos e bebidas que criou 2.173 vagas, metalurgia (2.125) e calçados (1.709).
Com o emprego garantido na Ambev, detentora das marcas Brahma e Skol, a supervisora de trade marketing Priscila Resende Bitencourt garante que o mercado está em expansão. “Fui contratada em fevereiro e vejo que a área é muito promissora”, avalia. Até o final do ano a empresa pretende abrir quase duas mil novas vagas entre empregos diretos e indiretos somente em Minas Gerais. “Vamos fazer um investimento de até R$ 2 bilhões para ampliação da capacidade em 13 estados, entre eles MG. Este aumento de capacidade está gerando um grande número de empregos, seja nas obras, nas fábricas ou no cadeia produtiva”, afirma Alexandre Loures, diretor de comunicação da Ambev.
O setor também se destacou no país com um saldo de vagas de 3.848. Segundo o ministro Carlos Lupi, o desempenho recorde de fevereiro já reflete a recuperação da indústria de transformação que deve ter "o melhor ano da história".
A expansão do mercado formal do país foi generalizada com a liderança do setor de serviços na geração de vagas (85,6 mil novos postos), seguido da indústria (63 mil) e construção civil (34,7 mil). Todos os setores e subsetores de atividade econômica expandiram o nível de emprego, sendo que três dos oito setores e 13 dos 25 subsetores apresentaram recorde. “O setor de serviços está respondendo à demanda de turismo, a indústria cresce porque precisa repor os estoques, que estão baixos, e a construção civil está sendo alavancada pelas obras do Plano de Aceleração do Crescimento (PAC)”, avalia Lupi.
Saldos recordes também nas regiões Sul (49.539), Norte (11.120) e Nordeste (2.146). "Foi a primeira vez que o Nordeste apresentou resultado positivo para o mês de fevereiro, com destaque para a Bahia e o Ceará, que garantiram o resultado, mesmo com a agricultura tendo apresentado resultado negativo", explicou Lupi. Parte das vagas no setor de serviços justificada pelo período de férias e o feriado de Carnaval.
Para o analista do Ibmec, João Bonome, a tendência do mercado de trabalho é manter o crescimento. “A retomada da economia e o fato de ser um ano eleitoral levam a crer que até o último trimestre do ano as vagas criadas continuem em expansão. O que deve ser alterado um pouco é a quantidade de vagas por setor, mas o saldo positivo de 2 milhões de postos previstos pelo ministro no ano deve ser alcançado”, avalia. Lupi manteve a previsão que, se atingida representará o melhor ano da história para a criação de empregos formais.
OTIMISMO PARA MARÇO O primeiro bimestre deste ano já soma 390.844 postos de trabalho com carteira assinada, melhor resultado da série histórica para os meses de janeiro e fevereiro, superando em 66% a média dos melhores desempenhos, ocorridos entre 2003 e 2008. Se depender das expectativas do ministro do Trabalho Carlos Lupi, o primeiro trimestre deve fechar com chave de ouro. A previsão é de que este mês bata novo recorde sendo o melhor resultado da série histórica do Caged, superando o último recorde ocorrido em março de 2008, quando foi gerado o saldo líquido de 207 mil empregos com carteira assinada.
A aposta está na contratação vinda do setor de ensino e aceleração de obras na construção civil. “Os setores se preparam para começar o ano a partir de março. Todo o processo produtivo está crescendo, com consistência há alguns meses”, afirmou o ministro. (Com agências)
Paula Takahashi
"Fui contratada em fevereiro e vejo que a área é muito promissora" (Priscila Resende Bitencourt, supervisora de trade marketing da Ambev)
O mercado de trabalho está batendo recorde atrás de recorde na geração de novas vagas com carteira assinada e fevereiro não poderia ser diferente. O último mês foi o melhor para o período desde 1992 com a abertura de 209,4 mil postos de trabalho formais no país. O resultado é 52% maior do que a média dos melhores registros do Caged em fevereiro, que ocorreram entre 2003 e 2008. Em 2009, na mesma época, era divulgada a criação de apenas 9.179 postos de acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgado pelo Ministério do Trabalho (MTE).
Segundo colocado entre os estados que mais contribuíram para a abertura de oportunidades no país, atrás apenas de São Paulo, Minas Gerais fechou o mês com um saldo positivo de 27.503 vagas no mercado formal. Deste total, mais de 10 mil vieram da indústria de transformação puxados pelo setor de alimentos e bebidas que criou 2.173 vagas, metalurgia (2.125) e calçados (1.709).
Com o emprego garantido na Ambev, detentora das marcas Brahma e Skol, a supervisora de trade marketing Priscila Resende Bitencourt garante que o mercado está em expansão. “Fui contratada em fevereiro e vejo que a área é muito promissora”, avalia. Até o final do ano a empresa pretende abrir quase duas mil novas vagas entre empregos diretos e indiretos somente em Minas Gerais. “Vamos fazer um investimento de até R$ 2 bilhões para ampliação da capacidade em 13 estados, entre eles MG. Este aumento de capacidade está gerando um grande número de empregos, seja nas obras, nas fábricas ou no cadeia produtiva”, afirma Alexandre Loures, diretor de comunicação da Ambev.
O setor também se destacou no país com um saldo de vagas de 3.848. Segundo o ministro Carlos Lupi, o desempenho recorde de fevereiro já reflete a recuperação da indústria de transformação que deve ter "o melhor ano da história".
A expansão do mercado formal do país foi generalizada com a liderança do setor de serviços na geração de vagas (85,6 mil novos postos), seguido da indústria (63 mil) e construção civil (34,7 mil). Todos os setores e subsetores de atividade econômica expandiram o nível de emprego, sendo que três dos oito setores e 13 dos 25 subsetores apresentaram recorde. “O setor de serviços está respondendo à demanda de turismo, a indústria cresce porque precisa repor os estoques, que estão baixos, e a construção civil está sendo alavancada pelas obras do Plano de Aceleração do Crescimento (PAC)”, avalia Lupi.
Saldos recordes também nas regiões Sul (49.539), Norte (11.120) e Nordeste (2.146). "Foi a primeira vez que o Nordeste apresentou resultado positivo para o mês de fevereiro, com destaque para a Bahia e o Ceará, que garantiram o resultado, mesmo com a agricultura tendo apresentado resultado negativo", explicou Lupi. Parte das vagas no setor de serviços justificada pelo período de férias e o feriado de Carnaval.
Para o analista do Ibmec, João Bonome, a tendência do mercado de trabalho é manter o crescimento. “A retomada da economia e o fato de ser um ano eleitoral levam a crer que até o último trimestre do ano as vagas criadas continuem em expansão. O que deve ser alterado um pouco é a quantidade de vagas por setor, mas o saldo positivo de 2 milhões de postos previstos pelo ministro no ano deve ser alcançado”, avalia. Lupi manteve a previsão que, se atingida representará o melhor ano da história para a criação de empregos formais.
OTIMISMO PARA MARÇO O primeiro bimestre deste ano já soma 390.844 postos de trabalho com carteira assinada, melhor resultado da série histórica para os meses de janeiro e fevereiro, superando em 66% a média dos melhores desempenhos, ocorridos entre 2003 e 2008. Se depender das expectativas do ministro do Trabalho Carlos Lupi, o primeiro trimestre deve fechar com chave de ouro. A previsão é de que este mês bata novo recorde sendo o melhor resultado da série histórica do Caged, superando o último recorde ocorrido em março de 2008, quando foi gerado o saldo líquido de 207 mil empregos com carteira assinada.
A aposta está na contratação vinda do setor de ensino e aceleração de obras na construção civil. “Os setores se preparam para começar o ano a partir de março. Todo o processo produtivo está crescendo, com consistência há alguns meses”, afirmou o ministro. (Com agências)
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