Pimentel e Hélio Costa se reúnem para definir candidatura
Os dois pré-candidatos da base aliada ao governo mineiro, o ex-prefeito de Belo Horizonte Fernando Pimentel (PT) e o ex-ministro das Comunicações Hélio Costa (PMDB) se reuniram na manhã desta segunda-feira (17) para tratar sobre a candidatura. Ambos tomaram um café da manhã no escritório de Pimentel em Belo Horizonte, e o candidato ao Palácio da Liberdade aliado da ex-ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, pode ser definido.
O ex-prefeito venceu as eleições prévias dentro do próprio partido contra o ex-ministro do Desenvolvimento Social, Patrus Ananias. Mas ainda não é certo que Pimentel disputará o governo mineiro, uma vez que o PMDB quer que o nome de Hélio Costa seja a opção da base aliada para o Palácio da Liberdade. Como dois palanques em Minas -um do PT e outro do PMDB- seria ruim para Dilma Rousseff, candidata do presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva, a opção mais provável é que Costa seja o candidato mineiro. A favor do peemedebista pesa o apoio nacional do partido à campanha de Dilma.
Comentário de Marco Cavalcante:
Penso que a importância desta aliança em MG, confunde com a aliança nacional. O Governo Federal criou, investiu e desenvolveu programas para o combate a desigualdade social, no país. Avançamos muito, mas o projeto popular de desenvolvimento esta sob risco. Caso, a oposição vença as eleições de Outubro. Não podemos retroceder com o governo TUCANO. É necessário eleger DILMA, para que os avanços não sejam prejudicados por idealizadores do projeto tucano de governar: estado mínimo (que não atende a população, privatizações,falta de investimentos nas áreas sociais (Saude, Educação e Assistência Social)e demais devaneios de FHC / e cia.
Este Governo Lula,demosntrou sua capacidade de incentivar, investir e gerir no aprimoramento das Políticas Públicas de desenvolvimento e inclusão social. Em Minas, merecemos trazer o mesmo fôlego que temos no nosso país, com desenvolvimento economico e social. E Minas, hoje possui duas grandes lideranças para o Governo do Estado e aliados do Governo Federal: Fernando Pimentel e Hélio Costa.
Minas, se levanta com Pimentel ou Hélio para juntos seguirmos em frente para que o nosso estado / povo mineiro tenham o orgulho / direito de um estado com investimentos sociais reais , nas seguintes áreas: educação, saude, assistência social, segurança, direitos humanos, Orçamento Participativo, habitação, cultura e esportes. E só com um governo comprometido e apoiado pelas causas sociais. Trará o desenvolvimento humano / econômico em nosso estado.
Grande abraço,
Marco Cavalcante.
Marco Cavalcante. Pai , Filho, Administrador de Empresas por Formação e Professor, Cristão, acredita e confia em Deus e nos homens de boa fé. Ama BH, MINAS E BRASIL de forma impar. Atuante nas áreas sociais,tem sua luta diaria em prol da saúde, educação,cultura, transporte,trânsito e segurança pública de qualidade para todos. Acreditamos na transparência pública e na participação popular para a Mudança, de Minas Gerais e do Brasil na busca cotidiana de um mundo melhor! Fazer o bem, faz bem!
Quem sou eu
segunda-feira, 17 de maio de 2010
terça-feira, 4 de maio de 2010
segunda-feira, 3 de maio de 2010
sábado, 1 de maio de 2010
Previas PT
Parabéns, Pelo Dia dos Trabalhadores.
Amanhã, honre o Partido dos Trabalhadores, vote em um bom trabalhador como você, Fernando Pimentel.
Grande Abraço
Marco Cavalcante
www.blogspot.com/MarcoCavalcante
Amanhã, honre o Partido dos Trabalhadores, vote em um bom trabalhador como você, Fernando Pimentel.
Grande Abraço
Marco Cavalcante
www.blogspot.com/MarcoCavalcante
sexta-feira, 9 de abril de 2010
Comparação entre Lula e FHC segundo The Economist
Comparação entre Lula e FHC segundo The Economist
A ascensão econômica do Brasil é o tema da capa, de um editorial e de um especial de 14 páginas da edição desta semana da revista britânica The Economist, divulgada nesta quinta-feira.
Intitulado Brazil Takes Off ("O Brasil Decola", em tradução literal), o editorial afirma que o país parece ter feito sua entrada no cenário mundial, marcada simbolicamente pela escolha do Rio como sede olímpica em 2016.
A revista diz que, se em 2003 a inclusão do Brasil no grupo de emergentes Bric (Brasil, Rússia, Índia e China) surpreendeu muitos, hoje ela se mostrou acertada, já que o país vem apresentando um desempenho econômico invejável.
A The Economist afirma também que o Brasil chega a superar outros Bric. "Ao contrário da China, é uma democracia, ao contrário da Índia, não possui insurgentes, conflitos étnicos, religiosos ou vizinhos hostis. Ao contrário da Rússia, exporta mais que petróleo e armas e trata invetidores estrangeiros com respeito."
SITUAÇÃO DO BRASIL ANTES E DEPOIS, SEGUNDO THE ECONOMIST
ITENS
NOS TEMPOS DE FHC
NOS TEMPOS DE LULA
Risco Brasil
2.700 pontos NOS TEMPOS DE FHC
200 pontos NOS TEMPOS DE LULA
Salário Mínimo
78 dólares NOS TEMPOS DE FHC
210 dólares NOS TEMPOS DE LULA
Dólar
R$ 3,00 NOS TEMPOS DE FHC
R$ 1,78 NOS TEMPOS DE LULA
Dívida FMI
Não mexeu NOS TEMPOS DE FHC
Pagou NOS TEMPOS DE LULA
Indústria naval
Não mexeu NOS TEMPOS DE FHC
Reconstruiu NOS TEMPOS DE LULA
Universidades Federais Novas
Nenhuma NOS TEMPOS DE FHC
10 NOS TEMPOS DE LULA
Extensões Universitárias
Nenhuma NOS TEMPOS DE FHC
45 NOS TEMPOS DE LULA
Escolas Técnicas
Nenhuma NOS TEMPOS DE FHC
214 NOS TEMPOS DE LULA
Valores e Reservas do Tesouro Nacional
185 Bilhões de Dólares Negativos NOS TEMPOS DE FHC
160 Bilhões de Dólares Positivos NOS TEMPOS DE LULA
Créditos para o povo/PIB
14% NOS TEMPOS DE FHC
34% NOS TEMPOS DE LULA
Estradas de Ferro
Nenhuma NOS TEMPOS DE FHC
3 em andamento NOS TEMPOS DE LULA
Estradas Rodoviárias
90% danificadas NOS TEMPOS DE FHC
70% recuperadas NOS TEMPOS DE LULA
Indústria Automobilística
Em baixa, 20% NOS TEMPOS DE FHC
Em alta, 30% NOS TEMPOS DE LULA
Crises internacionais
4, arrasando o país NOS TEMPOS DE FHC
Nenhuma, pelas reservas acumuladas NOS TEMPOS DE LULA
Cambio
Fixo, estourando o Tesouro Nacional NOS TEMPOS DE FHC
Flutuante: com ligeiras intervenções do Banco Central NOS TEMPOS DE LULA
Taxas de Juros SELIC
27% NOS TEMPOS DE FHC
11% NOS TEMPOS DE LULA
Mobilidade Social
2 milhões de pessoas saíram da linha de pobreza NOS TEMPOS DE FHC
23 milhões de pessoas saíram da linha de pobreza NOS TEMPOS DE LULA
Empregos
780 mil NOS TEMPOS DE FHC
11 milhões NOS TEMPOS DE LULA
Investimentos em infra-estrutura
Nenhuma NOS TEMPOS DE FHC
504 Bilhões de reais previstos até 2010 NOS TEMPOS DE LULA
Mercado internacional
Brasil sem crédito NOS TEMPOS DE FHC
Brasil reconhecido como investment grade NOS TEMPOS DE LULA
A ascensão econômica do Brasil é o tema da capa, de um editorial e de um especial de 14 páginas da edição desta semana da revista britânica The Economist, divulgada nesta quinta-feira.
Intitulado Brazil Takes Off ("O Brasil Decola", em tradução literal), o editorial afirma que o país parece ter feito sua entrada no cenário mundial, marcada simbolicamente pela escolha do Rio como sede olímpica em 2016.
A revista diz que, se em 2003 a inclusão do Brasil no grupo de emergentes Bric (Brasil, Rússia, Índia e China) surpreendeu muitos, hoje ela se mostrou acertada, já que o país vem apresentando um desempenho econômico invejável.
A The Economist afirma também que o Brasil chega a superar outros Bric. "Ao contrário da China, é uma democracia, ao contrário da Índia, não possui insurgentes, conflitos étnicos, religiosos ou vizinhos hostis. Ao contrário da Rússia, exporta mais que petróleo e armas e trata invetidores estrangeiros com respeito."
SITUAÇÃO DO BRASIL ANTES E DEPOIS, SEGUNDO THE ECONOMIST
ITENS
NOS TEMPOS DE FHC
NOS TEMPOS DE LULA
Risco Brasil
2.700 pontos NOS TEMPOS DE FHC
200 pontos NOS TEMPOS DE LULA
Salário Mínimo
78 dólares NOS TEMPOS DE FHC
210 dólares NOS TEMPOS DE LULA
Dólar
R$ 3,00 NOS TEMPOS DE FHC
R$ 1,78 NOS TEMPOS DE LULA
Dívida FMI
Não mexeu NOS TEMPOS DE FHC
Pagou NOS TEMPOS DE LULA
Indústria naval
Não mexeu NOS TEMPOS DE FHC
Reconstruiu NOS TEMPOS DE LULA
Universidades Federais Novas
Nenhuma NOS TEMPOS DE FHC
10 NOS TEMPOS DE LULA
Extensões Universitárias
Nenhuma NOS TEMPOS DE FHC
45 NOS TEMPOS DE LULA
Escolas Técnicas
Nenhuma NOS TEMPOS DE FHC
214 NOS TEMPOS DE LULA
Valores e Reservas do Tesouro Nacional
185 Bilhões de Dólares Negativos NOS TEMPOS DE FHC
160 Bilhões de Dólares Positivos NOS TEMPOS DE LULA
Créditos para o povo/PIB
14% NOS TEMPOS DE FHC
34% NOS TEMPOS DE LULA
Estradas de Ferro
Nenhuma NOS TEMPOS DE FHC
3 em andamento NOS TEMPOS DE LULA
Estradas Rodoviárias
90% danificadas NOS TEMPOS DE FHC
70% recuperadas NOS TEMPOS DE LULA
Indústria Automobilística
Em baixa, 20% NOS TEMPOS DE FHC
Em alta, 30% NOS TEMPOS DE LULA
Crises internacionais
4, arrasando o país NOS TEMPOS DE FHC
Nenhuma, pelas reservas acumuladas NOS TEMPOS DE LULA
Cambio
Fixo, estourando o Tesouro Nacional NOS TEMPOS DE FHC
Flutuante: com ligeiras intervenções do Banco Central NOS TEMPOS DE LULA
Taxas de Juros SELIC
27% NOS TEMPOS DE FHC
11% NOS TEMPOS DE LULA
Mobilidade Social
2 milhões de pessoas saíram da linha de pobreza NOS TEMPOS DE FHC
23 milhões de pessoas saíram da linha de pobreza NOS TEMPOS DE LULA
Empregos
780 mil NOS TEMPOS DE FHC
11 milhões NOS TEMPOS DE LULA
Investimentos em infra-estrutura
Nenhuma NOS TEMPOS DE FHC
504 Bilhões de reais previstos até 2010 NOS TEMPOS DE LULA
Mercado internacional
Brasil sem crédito NOS TEMPOS DE FHC
Brasil reconhecido como investment grade NOS TEMPOS DE LULA
terça-feira, 23 de março de 2010
Dilma anuncia meta de mais dois milhões de moradias populares
Dilma anuncia meta de mais dois milhões de moradias populares
A construção de moradias populares, no próximo governo, deverá beneficiar dois milhões de famílias – o dobro da meta fixada para o programa Minha Casa, Minha Vida até o fim de 2010-, afirmou ontem a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, em discurso na abertura do 5º Forum Urbano Mundial, no Rio de Janeiro.
A ministra exaltou a política habitacional do governo, voltada para os mais pobres, e disse que o Minha Casa, Minha Vida acabou com uma “ficção” existente no país: a crença de que o mercado daria conta de construir casas para a população que tem renda mensal de até três salários mínimo.
“Essa parcela da população não tem renda suficiente para sobreviver, comprar alimentos e produtos básicos e, ao mesmo tempo, pagar a prestação de uma casa ou apartamento”, observou Dilma ao defender a decisão do governo de subsidiar, em vez de financiar, a compra de moradias pelas famílias pobres.
A ministra destacou ainda, como iniciativa importante do Governo Lula, o retorno do Estado a áreas que vinham recebendo pouca atenção, principalmente comunidades pobres e favelas. “Nos últimos quatro anos, investimos em urbanização de favelas, construção de moradias para populações de baixa renda e saneamento básico algo em torno de US$ 144 bilhões”, acentuou.
De acordo com o presidente Lula, que abriu o fórum promovido pela ONU, “neste país nunca se trabalhou tanto a urbanização de favelas, nuca se construiu tanta casa”.
Lula disse que as ações desenvolvidas por seu governo para melhorar a infra-estrutura e assegurar financiamento rural estão produzindo um movimento migratório inverso ao que ocorrer durante os últimos 50 anos, quando milhões de famílias saíram dos campos para as cidades.
“Em muitos casos, está havendo um êxodo ao contrário. Pessoas das cidades estão voltando para o campo. Isso porque temos uma grande política de financiamento para a agricultura familiar”, afirmou o presidente citando também a expansão da eletrificação rural.
“Levamos luz elétrica a 12 milhões de brasileiros que moravam no meio do mato”. Lula lembrou que houve um período em que esse tipo de gasto não era bem visto pelos governantes.
“Houve um tempo em que não era prudente fazer investimentos para resolver os problemas crônicos das grandes cidades. Esse negócio de ficar enterrando tubo em baixo da terra para carregar esgoto não podia fazer propaganda eleitoral. É por isso que tinha cidades importantes que tinham coleta de esgoto, mas não tinha tratamento. O importante era fazer viadutos”, criticou.
Ao final do discurso, Lula elogiou o Rio de Janeiro e convidou os participantes a conhecerem a cidade, mas com ressalvas: “Visitem o Rio de Janeiro. Agora, não se embrenhem em lugares que vocês não conhecem”.
Fonte: Brasília Confidencial
A construção de moradias populares, no próximo governo, deverá beneficiar dois milhões de famílias – o dobro da meta fixada para o programa Minha Casa, Minha Vida até o fim de 2010-, afirmou ontem a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, em discurso na abertura do 5º Forum Urbano Mundial, no Rio de Janeiro.
A ministra exaltou a política habitacional do governo, voltada para os mais pobres, e disse que o Minha Casa, Minha Vida acabou com uma “ficção” existente no país: a crença de que o mercado daria conta de construir casas para a população que tem renda mensal de até três salários mínimo.
“Essa parcela da população não tem renda suficiente para sobreviver, comprar alimentos e produtos básicos e, ao mesmo tempo, pagar a prestação de uma casa ou apartamento”, observou Dilma ao defender a decisão do governo de subsidiar, em vez de financiar, a compra de moradias pelas famílias pobres.
A ministra destacou ainda, como iniciativa importante do Governo Lula, o retorno do Estado a áreas que vinham recebendo pouca atenção, principalmente comunidades pobres e favelas. “Nos últimos quatro anos, investimos em urbanização de favelas, construção de moradias para populações de baixa renda e saneamento básico algo em torno de US$ 144 bilhões”, acentuou.
De acordo com o presidente Lula, que abriu o fórum promovido pela ONU, “neste país nunca se trabalhou tanto a urbanização de favelas, nuca se construiu tanta casa”.
Lula disse que as ações desenvolvidas por seu governo para melhorar a infra-estrutura e assegurar financiamento rural estão produzindo um movimento migratório inverso ao que ocorrer durante os últimos 50 anos, quando milhões de famílias saíram dos campos para as cidades.
“Em muitos casos, está havendo um êxodo ao contrário. Pessoas das cidades estão voltando para o campo. Isso porque temos uma grande política de financiamento para a agricultura familiar”, afirmou o presidente citando também a expansão da eletrificação rural.
“Levamos luz elétrica a 12 milhões de brasileiros que moravam no meio do mato”. Lula lembrou que houve um período em que esse tipo de gasto não era bem visto pelos governantes.
“Houve um tempo em que não era prudente fazer investimentos para resolver os problemas crônicos das grandes cidades. Esse negócio de ficar enterrando tubo em baixo da terra para carregar esgoto não podia fazer propaganda eleitoral. É por isso que tinha cidades importantes que tinham coleta de esgoto, mas não tinha tratamento. O importante era fazer viadutos”, criticou.
Ao final do discurso, Lula elogiou o Rio de Janeiro e convidou os participantes a conhecerem a cidade, mas com ressalvas: “Visitem o Rio de Janeiro. Agora, não se embrenhem em lugares que vocês não conhecem”.
Fonte: Brasília Confidencial
PAC 2: Lula vai anunciar programas de investimentos de R$ 1 trilhão
PAC 2: Lula vai anunciar programas de investimentos de R$ 1 trilhão
O governo prepara para o dia 29 o anúncio de programas, projetos e ações que implicarão em investimentos públicos e privados de R$ 1 trilhão durante o período 2011-2014 (o próximo mandato presidencial).
Esse volume de dinheiro previsto é o dobro do atual Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), que foi lançado no início de 2007 e compreende o investimento de R$ 504 bilhões.
Aproximadamente 25% (ou R$ 250 bilhões) dos recursos do PAC2 deverão ser destinados ao financiamento da casa própria.
O governo prepara para o dia 29 o anúncio de programas, projetos e ações que implicarão em investimentos públicos e privados de R$ 1 trilhão durante o período 2011-2014 (o próximo mandato presidencial).
Esse volume de dinheiro previsto é o dobro do atual Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), que foi lançado no início de 2007 e compreende o investimento de R$ 504 bilhões.
Aproximadamente 25% (ou R$ 250 bilhões) dos recursos do PAC2 deverão ser destinados ao financiamento da casa própria.
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