sábado, 3 de março de 2012

UMA "HOMENAGEM" AQUELES QUE FIZERAM DA CIDADE UM LUGAR DE DESCASO, INGERENCIAS E DESRESPEITAM NOSSO POVO. Apesar de você - Chico Buarque e MPB4


 
UMA "HOMENAGEM" AQUELES QUE FIZERAM E FAZEM DA NOSSA CIDADE , ESTADO UM LUGAR DE DESCASO, INGERENCIAS E TENTAM DESRESPEITAR A NOSSA POPULACAO. RENOVA, BH. MINAS E BRASIL.


Moradores recorrem ao MP para tentar barrar construção de hotéis na Pampulha. As construções de 13 andares foram autorizadas pelo Conselho Municipal de Política Urbana. SERA O INICIO DA VERTICALIZACAO DA PAMPULHA??? O QUE VOCES ACHAM MORADORES DA PAMPULHA E DE BELO HORIZONTE? PESSOALMENTE, SOU CONTRA. POR QUE NAO FAZEM ESTE EM OUTRA REGIONAL, POIS NA PAMPULHA IRAO DESCARACTERIZAR A REGIAO.

SERA O INICIO DA VERTICALIZACAO DA PAMPULHA??? O QUE VOCES ACHAM MORADORES DA PAMPULHA E DE BELO HORIZONTE? PESSOALMENTE, SOU CONTRA. POR QUE NAO FAZEM ESTE EM OUTRA REGIONAL, POIS NA PAMPULHA IRAO DESCARACTERIZAR A REGIAO.





Moradores recorrem ao MP para tentar barrar construção de hotéis na Pampulha. As construções de 13 andares foram autorizadas pelo Conselho Municipal de Política Urbana
Publicação: 03/03/2012 06:00Atualização: 03/03/2012 07:17

Canteiro de obras de hotel na Avenida Alfredo Camarate (à esquerda), que teRÁ vista para o Mineirão: parte dos moradores teme abertura de brecha para verticalização  (Juarez Rodrigues/EM/D.A.Press)
Canteiro de obras de hotel na Avenida Alfredo Camarate (à esquerda), que teRÁ vista para o Mineirão: parte dos moradores teme abertura de brecha para verticalização

A Pampulha mantém resistência mesmo depois de selada a construção de dois hotéis de 13 andares na região que é um dos cartões-postais de Belo Horizonte. Entre associações de moradores, o clima é de revolta, pois, apesar da pressão da comunidade pela não aprovação dos empreendimentos, eles foram vencidos na reunião do Conselho Municipal de Política Urbana (Compur), na qual foi traçado o destino dos dois edifícios na Avenida Alfredo Camarate. Uma esperança está no Ministério Público de Minas (MPMG), que vai concluir em aproximadamente 15 dias inquérito sobre a regularidade dos prédios. Satisfação mesmo apenas nas áreas comerciais próximas ao terreno dos prédios, onde a expectativa é de aumento de rendimentos.

A apuração da Promotoria de Justiça de Defesa do Meio Ambiente, Habitação e Urbanismo vai analisar se os edifícios ferem a legislação, o impacto ambiental para a área de adensamento especial (ADE), entre outros aspectos legais. Mas uma nova ação poderá ser instaurada, se os promotores acatarem a representação que está sendo preparada pelas associações de bairro. Eles querem a averiguação do processo de votação da permissão, anteontem.
“É preciso verificar se foram observados a relação entre a forma e as possibilidades legais da área e os impactos ambientais. Enfim, a conduta por parte do Compur, que deu a entender que a aprovação já estava fechada”, afirma o representante do Movimento das Associações de BH, Fernando Santana. “Moradores pediram que os votos fossem declarados nominalmente e com justificativa. A primeira parte foi cumprida, a segunda não. Não entendemos, portanto, se o voto teve motivação técnica”, completa.

A reunião do Compur foi tensa, com muitas vaias, protestos, tumulto e bate-boca por parte de quem acompanhava cada passo dos conselheiros. Para os empreendedores, a única perda foi a redução da altura dos prédios: ambos deverão ter, no máximo, 40 metros. O Hotel Go Inn foi projetado para ter 59 metros e o Bristol Stadium, 48 metros. Depois das adequações, os projetos seguirão para licenciamento da Secretaria-Adjunta de Regulação Urbana.

Mobilidade A presidente da Associação Pró-Civitas dos Bairros São Luís e São José, Juliana Renault Vaz, acredita que o poder da população ainda é muito pequeno. “Desde o momento em que a lei foi alterada, os governantes deixaram claro que eles tinham projetos para aqueles lotes. Foram leis preparadas para os hotéis”, avalia Juliana. Ainda segundo ela, o parecer do Compur favorável aos empreendimentos prejudica a vida dos moradores da região. “A mobilidade pode piorar, a poluição vai aumentar e a cidade tem a perder”, completa Juliana.

Mobilidade é um dos temores da secretária Aline Damião Gonçalves, de 37 anos, moradora da região. “O trânsito que já não está bom será um inferno, além disso, é um crime começar a construção de prédios no entorno da lagoa. É dessa forma que percebemos como a prefeitura valoriza o patrimônio da cidade”, diz. Para a comerciante Eula Efigênia dos Santos, de 45, dona de um salão de beleza na Rua Conceição do Mato Dentro, os hotéis são outro sinal: “Eles vão trazer um bom movimento. Está longe do conjunto arquitetônico, não haverá prejuízo”.

O representante da CMR Construtora, responsável pelo Bristol, Milton Alves de Freitas Júnior, diz que deve retomar as obras até o fim do mês – a construção estava embargada. Ele defende que não há conflito de interesses entre o empreendedorismo e um dos símbolos da capital mineira. “Quem não quer progresso? Estamos na Catalão, e dois quarteirões atrás é só comércio. A comunidade deve brigar mesmo, mas nada justifica o medo de verticalização, que é prudente e se deve pensar nela. Há muito mais a valorizar”, diz. Os representantes da Brisa Empreendimentos Imobiliários, responsáveis pelo Go Inn, foram procurados, mas não se pronunciaram.
Olha, se reparar e quase diariamente que acontece estas coisas de outro mundo. Vivemos regidos por regras, horarios de entrada e saida, etc. E parace me que e quase diariamente que acontece situacoes graves e poucos sao os que se interessam. Vamos divulgar. Com voce, somos mais.






Vereadores de BH resolvem lavar a roupa suja em público. Eles levaram puxão de orelha por causa de comissões que não funcionam por falta de quórum, algumas delas com convidados
Publicação: 03/03/2012 06:00Atualização: 03/03/2012 07:09
Os vereadores da Câmara Municipal de Belo Horizonte levaram nessa sexta-feira um puxão de orelha em plenário dos próprios companheiros de parlamento. Na hora do pito, alguns fizeram cara feia, mas ninguém pediu a palavra para contestar as críticas. Do microfone, Leonardo Mattos (PV) e Wagner Messias (DEM), o Preto, cobraram a presença dos vereadores nas comissões e audiências da Câmara e sugeriram à Mesa Diretora alteração no regimento interno para estabelecer punições mais severas para quem cabular as reuniões. “Todas as comissões estão funcionando com muitas ausências. Na reunião da comissão dos bares e restaurantes ontem (anteontem) só tinha um vereador: eu”, reclamou Mattos. Ele pediu a direção do Legislativo que tome “uma medida drástica”. “A Câmara não pode continuar funcionando de forma irregular”, cobrou.

A comissão até chegou a contar com a presença de outros vereadores, mas eles apenas marcaram presença sem participar das discussões a respeito da aplicação e cumprimento das leis que tratam de poluição sonora e concessão de alvarás para os estabelecimentos, assunto que mobiliza a capital dos bares, como Belo Horizonte é conhecida.

O vereador Preto também cobrou a presença dos colegas na comissão especial formada ano passado para discutir a regularização fundiária no bairro Olhos D’Água, Região Oeste da capital. Segundo ele, a comissão já se reuniu 18 vezes. “Tem representante que não participou de 16 das 18 reuniões”, criticou o vereador, que preside a comissão, sem revelar os nomes dos ausentes. A última reunião aconteceu na sexta feira com a presença de Preto, Mattos e Adriano Ventura (PT). Estiveram ausentes os vereadores Pablo César, Pablito (PSDB), Elaine Matozinhos (PTB) e Neusinha Santos (PT). A reportagem não teve acesso às presenças nas comissões especiais, pois o portal da transparência da Câmara não divulga as atas das comissões especiais.

A Câmara de Belo Horizonte tem nove comissões temáticas, que tiveram 30 reuniões convocadas em fevereiro. Desse total, um terço não foi aberta por falta de quorum. Uma audiência pública para discutir o fomento dos esportes radicais em Belo Horizonte, convocada pela Comissão de Educação, Ciência, Tecnologia, Desporto e Lazer, foi aberta com a presença de apenas dois vereadores, Leo Burguês (PSDB) e Heleno (PHS), número inferior ao quorum mínimo exigido, para não frustar os convidados que atenderam ao convite da Câmara para tratar do assunto. Essa reunião estava prevista para acontecer na quinta-feira que antecede o Carnaval.

Mesma sorte dos interessados em discutir os esportes radicais na capital mineira não tiveram os moradores do bairro São Lucas, região Centro-Sul da cidade. Uma audiência convocada no dia 24 para discutir a construção de um prédio para abrigar um posto de saúde, que hoje funciona nas dependências de uma igreja , não contou com a presença de nenhum vereador. Nem mesmo o autor do pedido da reunião, vereador Sérgio Fernando dos Santos (PV), compareceu ao encontro, marcado para a sexta-feira pós-carnaval. Por falta de quorum a reunião não aconteceu.

Nem mesmo as reuniões marcadas para tratar dos vetos do prefeito Marcio Lacerda aos projetos dos vereadores têm tido ibope. Uma delas iria discutir o veto ao projeto que proíbe o comércio de serpentina metálica na capital, a mesma que no carnaval de 2011 matou 15 pessoas no interior do estado e nem foi aberta, por falta de vereadores. Ela também estava prevista para a sexta-feira depois dos festejos de Momo.

Sem humoristas


Sem a ameaça da presença dos humoristas do programa Custe o que custar (CQC), os trabalhos na Câmara Municipal de Belo Horizonte se estenderam até mais tarde, mas quase nada foi votado. Na verdade apenas um dos vetos que trava a pauta de 78 matérias foi derrubado. Ele alterava a lei que criou o Conselho Municipal Antidrogas. Insatisfeitos com a enxurrada de vetos dos prefeito Marcio Lacerda (PSB) aos projetos de sua autoria, os vereadores articulam para tentar derrubar grande parte deles. Ontem, quando perceberam que não haveria número suficiente para rejeitar os vetos, esvaziaram o plenário. Não sem críticas ao prefeito. Segundo o vereador Cabo Júlio (PMDB), Lacerda está “vetando por atacado”. E cada veto é mais louco ue o outro”, disse.

Fuga de vereadores durante visita do CQC à Câmara de BH repercute no Facebook. Amigos e amigas de BH. A Camara Municipal de Belo Horizonte, nunca esteve tao ruim. NAO VOTE EM EX VEREADOR E NOS QUE ESTAO LA. VAMOS RENOVAR COM QUALIDADE, MARCO MARCAO CAVALCANTE.

Amigos e amigas de BH. A Camara Municipal de Belo Horizonte, nunca esteve tao ruim. NAO VOTE EM EX VEREADOR E NOS QUE ESTAO LA. VAMOS RENOVAR COM QUALIDADE, MARCO MARCAO CAVALCANTE.

Fuga de vereadores durante visita do CQC à Câmara de BH repercute no Facebook.  Marcelo Tas comentou a "saída relâmpago" dos vereadores durante gravação de matéria do programa na tarde dessa quinta
Publicação: 02/03/2012 12:29Atualização: 02/03/2012 13:47
 (Reprodução da Internet /Facebook )
A "fuga" dos vereadores de Belo Horizonte dos humoristas do programa de televisão Custe o que Custar, conhecido como CQC, na tarde dessa quinta-feira, repercute nas redes sociais nesta sexta. Conforme publicado pelo Estado de Minas hoje, os parlamentares esvaziaram o plenário na tarde dessa quinta, ao serem informados de que a repórter Mônica Iozzi estaria a caminho da Casa, depois de ter passado na Assembleia Legislativa de Minas Gerais. O CQC é conhecido por fazer críticas ferrenhas ao andamento do trabalho dos parlamentares, especialmente no Congresso Nacional, em Brasília.

Nesta sexta, o apresentador do programa, o jornalista Marcelo Tas, publicou a matéria na rede social Facebook, junto ao comentário: “Para mim, é preguiça de trabalhar”, como na imagem ao lado.
 
Já na Assembleia, alguns deputados aceitaram dar entrevistas à reportagem, mas enfrenteram "saia-justa" ao serem perguntados sobre os gastos irregulares com a verba indenizatória. Nesse domingo, o EM publicou que os R$ 15 mil são usados inclusive para pagar advogados, em causas próprias. Questionado sobre os R$ 55 mil gastos no ano passado com assessoria jurídica, Antônio Júlio (PMDB) respondeu secamente e escapuliu. Alencar da Silveira Jr (PDT) foi perguntado sobre os altos custos da Casa e a iniciativa de criar uma data em homenagem aos torcedores do América, mas encarou com esportiva.
 

 

Quando a gente ama e eu amo todos voces, meus amig@s. Filhos e filhas de Deus. Oswaldo Montenegro - Quando a gente ama



Quando a gente ama e eu amo todos voces, meus amig@s. Filhos e filhas de Deus.Marco Marcão Cavalcante

Oswaldo Montenegro - Intuição

08 /03/2012, TODOS OS DIAS DO ANO SAO SEUS E ESTE MES TEMOS A COMEMORACAO DO SEU DIA E DE LUTA. PARTICIPE. MARCO MARCAO CAVALCANTE.


AS MULHERES, O CARINHO E RESPEITO DE SEMPRE. VOCES SAO SERES DIVINOS. TODOS OS DIAS DO ANO SAO SEUS E ESTE MES TEMOS QUE COMEMORAR A LUTA DESTAS QUE AINDA, SOFREM PRECONCEITOS NO TRABALHO, AGRESSAO DE PARCEIROS. MAS, VAMOS TAMBEM LEMBRAR DAS VITORIAS , BATA UM PAPO COM SUAS AMIGAS E RECORDE DAS VITORIAS MAIS DO QUE MERECIDAS DE VOCES, FORTALECA O MOVIMENTO , PARTICIPEM, COLABOREM E COMPARTILHE. FIQUEM COM DEUS

BEIJOS N'ALMA.